Estamos agora estudando sobre a adoração que devemos a nosso Deus.
Em Apocalipse 14: 6 e 7 lemos sobre o anjo visto pelo apóstolo João : "Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas."
O anjo traz boas notícias de salvação para todos, associando essa mensagem também ao temor - respeito - ao grande Deus Criador do céu, da terra, das águas, de todo o universo.
Nas primeiras duas semanas do trimestre, estudamos sobre cenas de adoração desde o Éden até os Patriarcas. Adão e Eva adoravam na presença pessoal de Deus, da qual foram afastados pelo pecado. Após a saída do Jardim, podemos contemplar cenas de adoração através da oferta de um cordeiro num altar, mostrando a fé na redenção através de Cristo. Assim adoraram Abel, Noé e Abraão. Jacó erigiu um altar no lugar em que sonhou com anjos subindo e descendo entre o céu e a terra, que ele denominou Betel, a casa de Deus. Moisés tirou suas sandálias em obediência ao pedido de Deus, ao ver no deserto um arbusto envolvido por chamas que não o consumiam. Reconheceu ali a presença do Senhor. Da mesma forma devemos manter reverência, respeito, na casa de Deus e nos separar no momento em que nos encontramos com Ele de tudo que impede a verdadeira adoração. Para a melhor adoração é necessária uma preparação em nossa vida.
Nesta semana, o título da lição "O sábado e a adoração" relembra a criação, descrita em Gênesis ocorrendo em seis dias. Recordando o relato bíblico, no primeiro dia, criou Deus a luz; no segundo, separou as águas das nuvens das águas existentes na superfície da terra, criando a atmosfera; no terceiro, fez surgir a terra seca; no quarto, criou o sol e a lua para iluminarem a terra; no quinto, criou peixes, aves, répteis; no sexto, os mamíferos e finalmente o homem. "Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia." (Gênesis 1:31) Então Deus abençoou a dia sétimo e o santificou. Esse é o sábado.
No registro dos mandamentos de Deus, em Êxodo 20:8-10, lemos mais uma vez a recomendação sobre a santificação do dia de sábado, associada à criação: "Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. (...) porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou."
Assim, a mensagem do anjo sobre adoração, mencionando Deus Criador, remete à adoração no dia de sábado.
O sábado também é associado à salvação e libertação - "porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito e que o Senhor, teu Deus, te tirou dali com mão poderosa e braço estendido; pelo que o Senhor, teu Deus, te ordenou que guardasses o dia de sábado". ( Deuteronômio 5:15) e à santificação - "Certamente guardareis os meus sábados, para que saibais que eu sou o Senhor que vos santifica" (Êxodo 31:13) e ainda ao descanso - "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei." (Mateus 11: 28-30 ) "Além da necessidade humana básica, de descanso físico, há uma necessidade igualmente importante, de que a mente e as emoções tenham uma mudança de ritmo um descanso dos fardos e do estresse da vida diária. Deus planejou o sábado exatamente para isso (...) Embora qualquer um possa dizer que está descansando em Cristo, o sábado nos oferece uma manifestação real e física desses descanso. O sábado é um símbolo do descanso que temos verdadeiramente nElçe, na salvação que Cristo realizou para nós." (Fonte: comentário da lição da Escola Sabatina)
Que tenhamos um proveitoso estudo da Palavra de Deus e que estejamos prestando adoração ao Criador neste próximo sábado.
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quarta-feira, 13 de julho de 2011
Primeiras lições do trimestre: adoração e sábado
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SABADO
terça-feira, 30 de novembro de 2010
SABADO E OS DEZ MANDAMENTOS
O sábado foi feito por causa do homem”. (Marcos 2:27,28)
É certo que temos que desfrutar da comunhão com Deus todos os dias, e todos os dias são abençoados, mas somente um dentre os sete dias da semana foi separado e santificado.
O sábado é o dia do Senhor, o dia em que nós em família separamos para Deus somente.
É certo que temos que desfrutar da comunhão com Deus todos os dias, e todos os dias são abençoados, mas somente um dentre os sete dias da semana foi separado e santificado.
O sábado é o dia do Senhor, o dia em que nós em família separamos para Deus somente.
- O sábado é um memorial da criação – o Criador, após ver o mundo maravilhoso que tinha feito, descansou.
- É um memorial da salvação – o Salvador após sofrer e morrer em nosso lugar, descansou no sábado.
- Ele disse: “Eu vos dei o exemplo, para que como vos fiz, façais vós também.” João 13:15.
- Para o nosso descanso físico temos o sábado.Êxo.20:8-11.
Para o nosso descanso espiritual temos Jesus. Mat.11:28.
Para o nosso descanso eterno teremos a Nova Terra. Apoc 21 e 22.
Deus não muda. (Malaquias 3:6 e Tiago 1:17)
Quando Se propõe a realizar uma coisa, ELE A REALIZA, a despeito dos fracassos humanos. O convite e a promessa divinos não deixam de estar em vigor, e uma vez que o então chamado “povo de Deus” (Israel) não entrou no Seu “descanso”, logicamente “RESTA UM REPOUSO PARA O POVO DE DEUS” (Heb. 4:9), e este povo são os cristãos.
A conclusão do autor da carta aos Hebreus é a de que os cristãos podem entrar nesse “repouso”, porque podem “chegar confiantemente ao trono da graça” (Heb. 4:16) onde Cristo ministra como “o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão” (Heb. 3:1).
Eles acharão Alguém que se compadece deles e lhes dá socorro em tempo oportuno. Fazendo isso, entrarão como um povo, no “descanso de Deus”, tornam-se Sua propriedade particular, povo escolhido, nação eleita, sacerdócio real.
Os dez mandamentos eram leis que diziam como os israelitas deviam viver como uma nação. As leis vieram diretamente de Deus para Moisés e foram escritas em duas tábuas de pedra (veja Êxodo 230). Elas foram dadas a Moisés quando ele se encontrou com Deus no Monte Sinai durante o tempo em que os israelitas vagaram pelo deserto. Esses mandamentos eram uma aliança entre Deus e seu povo. Eles significavam o relacionamento e a promessa de amor e orientação de Deus. Essas leis foram feitas para ajudar os israelitas a se darem bem juntos e manter a sua adoração ao único Deus verdadeiro. Deus deu esses mandamentos duas vezes aos israelitas. Moisés quebrou as primeiras tábuas num surto de ira quando viu os israelitas adorando um ídolo, um bezerro de ouro. Depois disso Deus deu os mandamentos a ele novamente (veja Êxodo 33:1 e 34:1). No Novo Testamento, Jesus diz que ele veio para cumprir os mandamentos. A aliança entre Deus e seu povo não é mais baseada na obediência aos mandamentos, mas no relacionamento com Cristo.
OS ANTECEDENTES BÍBLICOS DOS MANDAMENTOS
Os dez mandamentos são relatados duas vezes no Velho Testamento: a primeira vez no livro de Êxodo (Êxodo 20:2-17), na passagem que descreve o presente de Deus a Israel, e a Segunda vez em Deuteronômio (Deuteronômio 5:6-21), no contexto de uma cerimônia de renovação da aliança. Moisés lembra o seu povo da substância e do significado dos mandamentos, enquanto eles renovam a sua lealdade à aliança com Deus. Na língua original, os mandamentos são chamados de "as dez palavras". De acordo com o texto bíblico, eles são "palavras" ou leis, ditas por Deus, não o resultado de um processo legislativo humano. É dito que os mandamentos são escritos em duas tábuas. Isso não significa que havia cinco mandamentos em cada tábua. Ao invés disso, todos os dez estavam escritos nas duas tábuas, a primeira pertencia a Deus que deu a lei, e a segunda pertencia a Israel que recebeu as leis. Os mandamentos tratam com duas áreas básicas da vida humana. As cinco primeiras dizem respeito ao relacionamento com Deus, e as cinco últimas ao relacionamento entre os seres humanos.
O CONTEXTO DOS MANDAMENTOS
Os mandamentos são inseparáveis da aliança. Deus garantiu o seu comprometimento com Israel e em retorno ele impôs certas obrigações sobre o povo israelita. Apesar das obrigações de Israel serem expressas detalhadamente mais pra frente, a expressão mais precisa e sucinta é dada nos Dez Mandamentos. Os mandamentos listaram os princípios mais fundamentais da lei hebraica. As leis detalhadas que estão no Pentateuco, na maior parte, aplicam os princípios em situações específicas. Desta maneira, o papel dos dez mandamentos na Israel antiga era de dar direção a um relacionamento. Eles não deveriam obedecer só por obedecer ou para ganhar algum tipo de crédito, mas sim para descobrir a riqueza e a plenitude de um relacionamento com Deus. Os mandamentos não eram meramente um código de ética ou conselho moral. A aliança era entre Deus e uma nação; os mandamentos eram diretamente direcionados a vida daquela nação e seus cidadãos. Conseqüentemente, o papel inicial dos mandamentos era parecido com aquele de uma lei criminal numa nação moderna. Israel era uma teocracia, uma nação cujo rei era Deus (Deuteronômio 33:5). Os mandamentos proporcionavam orientação aos cidadãos da nação. Então, infringir um mandamento era cometer um crime contra a nação e contra o governador desta nação, Deus. As penalidades eram severas, pois quebrar um mandamento ameaçava a relacionamento da aliança e a existência continua da nação.
O SIGNIFICADO DOS MANDAMENTOS
Os mandamentos começam com um prefácio (Êxodo 20:2; Deuteronômio 5:6) que identifica Deus, que deu os mandamentos a um povo com quem ele já tinha um relacionamento. A pessoa que da a lei é o Deus do Êxodo, que redimiu o seu povo da escravidão e os deu a liberdade. Os mandamentos foram dados a um povo que havia sido redimido; eles não foram dados para alcançar a redenção. Há algumas variações na numeração dos mandamentos. De acordo com alguns sistemas, o prefácio é identificado com os primeiros mandamentos. Parece preferível no entanto, entender as palavras de abertura como um prefácio para os Dez Mandamentos.
JESUS E OS DEZ MANDAMENTOS
1. O primeiro mandamento diz: "não terá outros deuses diante de mim." Êxodo 20:3 O que Jesus disse: "Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás." Mateus 4:10
2. O segundo mandamento diz: ".Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra." - Êxodo 20:4 O que Jesus disse: "Ninguém pode servir a dois senhores" - Lucas 16:13
3. O terceiro mandamento diz: "Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão;" - Êxodo 20:7 O que Jesus disse: "de maneira nenhuma jureis; nem pelo céu, porque é o trono de Deus;" - Mateus 5:34
4. O quarto mandamento diz: "Lembra-te do dia do sábado, para o santificar." - Êxodo 20:8-10 O que Jesus disse: "O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. Pelo que o Filho do homem até do sábado é Senhor." - Marcos 2:27-28
5. O quinto mandamento diz: "Honra a teu pai e a tua mãe" - Êxodo 20:12 O que Jesus disse: "Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim" - Mateus 10:37
6. O sexto mandamento diz: "Não matarás" - Êxodo 20:13 O que Jesus disse: "aquele que se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo" - Mateus 5:22
7. O sétimo mandamento diz: "Não adulterarás" - Êxodo 20:14 O que Jesus disse: "aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela." - Mateus 5:28
8. O oitavo mandamento diz: "Não roubarás" - Êxodo 20:15 O que Jesus disse: "e ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa;" - Mateus 5:40
9. O nono mandamento diz: "Não dirás falso testemunho contra o teu próximo" - Êxodo 20:16 O que Jesus disse: "Digo-vos, pois, que de toda palavra fútil que os homens disserem, hão de dar conta no dia do juízo." - Mateus 12:36
10. O décimo mandamento diz: "Não cobiçarás..." - Êxodo 20:17 O que Jesus disse: "Acautelai-vos e guardai-vos de toda espécie de cobiça; porque a vida do homem não consiste na abundância das coisas que possui." - Lucas 12:15.
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