Seguidores

Mostrando postagens com marcador adoração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador adoração. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

FEMUSA 2011 - Reina o Senhor

"Reina o Senhor. Regozije-se a terra, alegrem-se as muitas ilhas." Salmos 97:1

Com uma leitura dos primeiros versículos dos Salmos, do Salmo 90 ao Salmo 100, o pastor Nelson Milanelli, nos levou a uma reflexão sobre adoração e louvor. A adoração não se define pela presença na igreja, ela é uma atitude em nossa vida que decorre do reconhecimento de Deus como nosso Senhor. Tudo vem de Deus. Ele criou terra e céu, onde brilham os luminares, como as estrelas, que lembramos com a projeção apresentada no encerramento do FEMUSA, e dEle vem salvação e justiça e refúgio.
Daí vem a atitude de adoração em nossa vida e por isso louvamos o Seu nome.
Durante o culto de ontem, louvaram a Deus o Grupo Vozes, da IASD do Setor Oeste- Gama, a Banda Baby - com participação de instrumentistas da banda da IASD Gama -, o quinteto Joias Teen.
O recital da noite esteve a cargo de Carine Lupp, que nos falou de sua experiência de vida com Deus e cantou do que nosso Salvador faz a cada um de nós, com Seu cuidado especial.
 "Cantai ao Senhor um cântico novo, porque ele tem feito maravilhas."Salmos 98:1
Banda da IASD Gama e congregação
Banda que acompanhou o cantor Daniel Ludtke
Teclado da banda da IASD Gama
Banda baby com participação de instrumentistas da banda da IASD Gama
Carine Lupp

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Adoração - últimas lições

Chegamos ao final de um trimestre e também ao final de mais um guia de estudos da Bíblia - a Lição da Escola Sabatina sobre "Adoração".
Mais uma vez - como no trimestre passado sobre a simbologia das vestes - o tema foi estudado ao longo do livro sagrado.
Vimos a adoração no Éden, onde Adão e Eva se encontravam pessoalmente com Deus, depois a adoração dos patriarcas, que erigiam altares para adorar. Passamos pelo povo de Israel, adorando no deserto, no tabernáculo instituído para habitação de Deus entre o povo e estudamos sobre os cânticos utilizados durante a viagem - lembrando dos milagres que Deus havia realizado, dos mandamentos que havia instituído. Durante a história dos reis, o povo passou a adorar em Jerusalém, no templo construído por Salomão, celebrando ali as festas religiosas, às quais se dirigiam em romaria anualmente, cantando hinos de louvor pelo caminho, os mesmos cantados no deserto. Lemos sobre os salmos,  muitos dos quais compostos por Davi, o pastorzinho que se tornou rei. Vimos que as letras de louvor dos Salmos são muitas vezes repetidas em nossos hinos de louvor atuais.
Estudamos sobre as advertências dos profetas quanto a uma adoração vazia de sentido, quando o povo de Israel se afastou de Deus, e sobre a  reconstrução do templo de Jerusalém.
Chegamos ao Novo Testamento, e lemos o cântico de louvor de Maria, ao reconhecer o milagre que Deus fez, usando-a para trazer ao mundo o Messias prometido, sobre as palavras de Cristo a respeito da adoração em espírito - com nosso sentimento - e em verdade - com nossa razão pesquisando nas Escrituras: "Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão ao Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores." (João 4:23) Vimos sobre os sermões inspirados da época dos apóstolos, que levavam milhares de pessoas a tornarem-se cristãs - judeus que aceitavam a Cristo como Filho de Deus e gentios que criam na história de Jesus. 
Chegamos nesta semana ao estudo da adoração no último livro da Bíblia - o Apocalipse, que trata da adoração a Deus pelos seres criados. São mostradas cenas de adoração a Deus no céu, como em Apocalipse 4:8-11, em que podemos ler sobre os anjos proclamando ininterruptamente : "Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo Poderoso, àquele que era, que é e que há de vir." São mostradas também cenas da batalha na terra entre a adoração a Cristo, digno da verdadeira adoração, e a besta, significando a adoração falsa. Sobre a nova Jerusalém, no céu, Apocalipse descreve: "Nela não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro.  (...) As nações andarão mediante a sua luz, e os reis da terra lhe trazem a sua glória." (Apocalipse 21:22 a 24). 
A adoração é tema presente em todo o Livro de Deus. E o Livro termina mostrando a adoração novamente na presença do Criador, após a vitória do Cordeiro. Que estejamos inscritos naquele dia no Livro da Vida do Cordeiro, e entremos na Santa Cidade, onde adoraremos na presença de nosso Deus. 

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Adoração, música e louvor

O estudo da Bíblia nesta semana menciona Davi, primeiro rei de Israel, também compositor de grande quantidade de Salmos. "Suas canções e orações refletem profundo sentimento de temor pelo Deus que ele amava e conhecia como amigo pessoal e Salvador."(Lição da Escola Sabatina)
A música tem sido desde a Antiguidade relacionada com a adoração. Lemos em "Educação", livro de Ellen G. White, sobre os cânticos entoados pelos israelitas quando viajavam pelo deserto:
Enquanto o povo viajava pelo deserto, muitas lições preciosas se lhes fixavam na mente por meio de cânticos. Na ocasião em que se livraram do exército de Faraó, todo o povo de Israel participou do cântico de triunfo. Ao longe, pelo deserto e pelo mar, ecoava o festivo estribilho, e as montanhas repercutiam as modulações de louvor: "Cantai ao Senhor, porque sumamente Se exaltou." Êxo. 15:21. Muitas vezes durante a jornada era repetido esse cântico, animando os corações e avivando a fé nos viajantes peregrinos. Os mandamentos, conforme foram dados no Sinai, com promessas de favor de Deus e referências às Suas maravilhosas obras em seu livramento, foram por orientação divina expressos em cânticos, e cantados ao som de música instrumental, sendo devidamente acompanhados pelo povo.
Assim, elevavam-se seus pensamentos acima das provações e dificuldades do caminho (...) e o povo era levado a um contado mais íntimo com Deus e uns com outros.
Assim como no passado, ouvir ou cantar um hino religioso que fala das verdades da Palavra de Deus nos anima e conforta.
O hino "Porque Ele vive" (Hinário Adventista, 70)  nos lembra a esperança num amanhã, porque temos um Redentor vivo, que prometeu nos levar para o Lar do Céu.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Alegria diante do Senhor

O povo de Israel adorava com alegria. O povo caminhava longas distâncias, em grupos, louvando pelo caminho, para chegar a Jerusalém. Deixavam para trás as suas propriedades, que eram especialmente guardadas por Deus durante esse período de adoração.
Na cidade, muitos abriam suas casas para abrigar os romeiros. A gratidão a Deus pelo que dava ao povo tem um papel importante nessas festas anuais. A primeira festa era a da Páscoa, seguida da festa dos pães asmos, no início da primavera. No início do verão vinha o Pentecostes. Já no início do outono era a festa dos tabernáculos.
Vejam como a escritora Ellen White descreve essas festas em "Patriarcas e Profetas".
"As primeiras destas solenidades, a Páscoa e a festa dos pães asmos, ocorriam em Abibe, o primeiro mês do ano judaico, correspondente ao fim de março e princípio de abril. Era passado o frio do inverno, terminara a chuva serôdia, e toda a natureza se regozijava no frescor e beleza da primavera. (...) era a estação tão belamente descrita pelo cantor sagrado:
Eis que passou o inverno; a chuva cessou, e se foi; aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra; a figueira já deu os seus figuinhos, e as vides em flor exalam o seu aroma.'(Cantares 2: 11-13)
Por toda a terra bandos de peregrinos estavam a caminho para Jerusalém. todos dirigiam os passos para o lugar em que se revelava a presença de Deus: os pastores deixavam seus rebanhos, os guardas do gado as suas montanhas, pescadores o Mar de Galileia, os lavradores os seus campos, e os filhos dos profetas as escolas sagradas. Jornadeavam em pequenas etapas, pois que muitos iam a pé. (...)
E ao verem em redor de si as colinas onde os gentios costumavam acender os fogos de seus altares, cantavam os filhos de Israel:
Elevo os meus olhos para os montes; de onde me virá o socorro?
O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a Terra." (Salmos 121: 1, 2)
(...)
Todas as casas em Jerusalém eram amplamente abertas aos peregrinos, e forneciam-se aposentos gratuitamente; mas isto não era suficiente para a vasta assembleia, e armavam-se tendas em todo o espaço disponível na cidade nas colinas adjacentes.
(...)
Cinquenta dias depois, a partir da oferta das primícias, vinha o Pentecostes, também chamado a festa da ceifa, e festa das semanas. Como expressão de gratidão pelo cereal preparado como alimento, dois pães assados com fermento eram apresentados diante de Deus. O Pentecostes ocupava apenas um dia, que era dedicado ao culto religioso.
No sétimo mês vinha a festa dos tabernáculos ou da colheita. Esta festa reconhecia a generosidade de Deus nos produtos do pomar, do olival e da vinha. Era a reunião festiva, encerradora do ano. A terra havia outorgado o seu produto, as colheitas estavam guardadas nos celeiros; os frutos, o azeite e o vinho estavam armazenados, as primícias reservadas, e agora o povo vinha com seus tributos de ações de graças a Deus, que os havia assim abençoado ricamente."

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Primeiras lições do trimestre: adoração e sábado

Estamos agora estudando sobre a adoração que devemos a nosso Deus.
Em Apocalipse 14: 6 e 7 lemos sobre o anjo visto pelo apóstolo João : "Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo; e adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas."
O anjo traz boas notícias de salvação para todos, associando essa mensagem também ao temor - respeito - ao grande Deus Criador do céu, da terra, das águas, de todo o universo.
Nas primeiras duas semanas do trimestre, estudamos sobre cenas de adoração desde o Éden até os Patriarcas. Adão e Eva adoravam na presença pessoal de Deus, da qual foram afastados pelo pecado. Após a saída do Jardim, podemos contemplar cenas de adoração através da oferta de um cordeiro num altar, mostrando a fé na redenção através de Cristo. Assim adoraram Abel, Noé e Abraão. Jacó erigiu um altar no lugar em que sonhou com anjos subindo e descendo entre o céu e a terra, que ele denominou Betel, a casa de Deus. Moisés tirou suas sandálias em obediência ao pedido de Deus, ao ver no deserto um arbusto envolvido por chamas que não o consumiam. Reconheceu ali a presença do Senhor. Da mesma forma devemos manter reverência, respeito, na casa de Deus e nos separar no momento em que nos encontramos com Ele de tudo que impede a verdadeira  adoração. Para a melhor adoração é necessária uma preparação em nossa vida.
Nesta semana, o título da lição "O sábado e a adoração" relembra a criação, descrita em Gênesis ocorrendo em seis dias. Recordando o relato bíblico, no primeiro dia, criou Deus a luz; no segundo, separou as águas das nuvens das águas existentes na superfície da terra, criando a atmosfera; no terceiro, fez surgir a terra seca; no quarto, criou o sol e a lua para iluminarem a terra; no quinto, criou peixes, aves, répteis; no sexto, os mamíferos e finalmente o homem. "Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia." (Gênesis 1:31) Então Deus abençoou a dia sétimo e o santificou. Esse é o sábado.
No registro dos mandamentos de Deus, em Êxodo 20:8-10, lemos mais uma vez a recomendação sobre a santificação do dia de sábado, associada à criação: "Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. (...) porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou."
Assim, a mensagem do anjo sobre adoração, mencionando Deus Criador, remete à adoração no dia de sábado.
O sábado também é associado à salvação e libertação  - "porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito e que o Senhor, teu Deus, te tirou dali com mão poderosa e braço estendido; pelo que o Senhor, teu Deus, te ordenou que guardasses o dia de sábado". ( Deuteronômio 5:15) e à santificação - "Certamente guardareis os meus sábados, para que saibais que eu sou o Senhor que vos santifica" (Êxodo 31:13) e ainda ao descanso - "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei." (Mateus 11: 28-30 ) "Além da necessidade humana básica, de descanso físico, há uma necessidade igualmente importante, de que a mente e as emoções tenham uma mudança de ritmo um descanso dos fardos e do estresse da vida diária. Deus planejou o sábado exatamente para isso (...) Embora qualquer um possa dizer que está descansando em Cristo, o sábado nos oferece uma manifestação real e física desses descanso. O sábado é um símbolo do descanso que temos verdadeiramente nElçe, na salvação que Cristo realizou para nós." (Fonte: comentário da lição da Escola Sabatina)


Que tenhamos um proveitoso estudo da Palavra de Deus e que estejamos prestando adoração ao Criador neste próximo sábado.